Polícia Parnaíba
PF prende homem que se passava por criança nas redes sociais para obter fotos de meninas nuas
Prisão foi parte da Operação Carcará 15, deflagrada nesta sexta (13). Segundo a Polícia Federal, o alvo fez dezenas de vítimas.
13/12/2024 10h02 Atualizada há 2 anos
Por: Redação RI Fonte: G1 Piauí
PF prende homem que se passava por garota para obter fotos de meninas nuas em Parnaíba — Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta sexta-feira (13), em Parnaíba, um homem que se passava por criança para obter fotos de meninas nuas. A prisão foi parte da Operação Carcará 15, de combate à produção, armazenamento e compartilhamento de material relacionado a abuso sexual infantojuvenil na internet.

Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. As três ordens judiciais foram expedidos pela Central de Inquéritos de Parnaíba, após manifestação favorável do Ministério Público Estadual.

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Segundo a PF, a investigação mostrou que o homem preso armazenava, produzia e compartilhava vídeos e imagens de conteúdo de violência sexual infantojuvenil ao longo dos últimos anos.

Ainda conforme a polícia, ele criou uma conta em rede social se passando por criança e, através disso, ganhava a amizade e confiança de outras meninas, quando então encaminhava foto nuas dessa criança fictícia para as vítimas.

Em seguida, o homem solicitava fotos dessas crianças como “prova de amizade”. “Através dessa engenharia social, o investigado fez dezenas de vítimas”, afirmou a PF em nota.

O homem poderá responder pelos crimes de produção, posse e compartilhamento de material de violência sexual vitimando crianças ou adolescentes, bem como estupro de vulnerável.

A Polícia Federal ressaltou que há diversas vítimas ainda sendo identificadas, dentro da investigação, e alertou aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais.

“A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes”, declarou a PF em nota.