
Julianne Trevisol apareceu arrasadora na capa da revista MENSCH, na qual usou apenas botas brilhantes na capa e em outra foto do recheio. A atriz e dançarina, além de exibir a ótima forma, deixou algumas de suas tatuagens à mostra.
Aos 36 anos de idade, Julianne, que desfilou no Carnaval do Rio de Janeiro pela Grande Rio, falou sobre a transição entre a dança e a carreira de atriz. "Na minha escola de dança eu tinha as apresentações bem artísticas e muito interpretativas. Então, tínhamos encenações dentro dos espetáculos. E foi assim que eu comecei a olhar com carinho para o teatro e descobri que de fato aquilo era o que eu mais amava fazer na vida", contou.
Namorando o músico Amon Lima, do grupo Família Lima, Julianne falou sobre o que vale na hora H. "Tudo é válido para tentar apimentar a relação, desde que haja consentimento entre ambos. Cada relação tem seus acordos e eu acho que tudo é válido – desde que faça bem para os dois. Então vale fantasia, vale o momento, conchinha. Acho que o mais interessante é você ter confiança suficiente para que vocês possam ser felizes e experimentar tudo que tiverem vontade, juntos."
Para ela, o "amor de Carnaval" vale mais do que a expressão em si, que se refere a um amor passageiro. "Eu conheci o Amon no Carnaval, em plena Sapucaí, há quase 20 anos. Ele desfilou pela Caprichosos de Pilares, num carro em homenagem a família Lima e nesse carro, eu desfilei como uma das meninas que ficavam em volta dele. E na hora que eu desci do carro, por ser uma alegoria muito alto, eu não conseguia descer sozinha, e ele subiu, pegou a minha mão – muito cavalheiro – e me ajudou a descer do carro. E nesse momento nós nos conhecemos! Mas, só viemos a nos reencontrar e conversar, quase um ano depois – e foi quando realmente a nossa história começou. Aí corta para nós, neste ano de 2020, vivenciando esse momento. Então sim, amor de carnaval não só existe, como ele dura! A vida é assim, cheia de surpresas e não dá pra saber o que vai acontecer. Amor não tem hora e nem data. Ele existe e ele acontece quando tem que acontecer."
Na entrevista, Julianne ainda falou sobre como lida com a nudez. "Eu acho que tudo tem seu momento. Você pode fazer tudo, desde que você faça com elegância e classe. Esse foi um ensaio que o [fotógrafo] Ita Mazzutti conseguiu retratar com muita delicadeza – não foi nada que me expusesse. Sem contar que estou num momento muito bem resolvido da vida. Sempre fiz personagens mais jovens do que a minha própria idade e soube aproveitar bastante isso. Agora eu estou com 36 anos e me encontro num momento muito mais maduro na minha vida. Acho que o importante é você entender os seus momentos – e sei bem o que eu quero! Estou tranquila, feliz no amor, no trabalho – inclusive, trabalho com aquilo que eu amo e sou muito grata por isso. A nudez ela tem a ver com liberdade, com a forma que você se expressa e o não aprisionamento de tantas questões que ao longo do tempo e culturalmente, nos tornamos obrigados a se adequar – principalmente nós mulheres. Então, acredito que esse ensaio foi feito com um olhar artístico e obteve um resultado lindo."

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