Polícia No Pará
Ex-funcionária suspeita de desviar R$ 150 mil de clínica no PI é presa
A investigação apontou que a mulher trabalhava no setor administrativo e financeiro do estabelecimento e havia conquistado a confiança dos proprietários.
21/08/2026 10h39
Por: Redação RI Fonte: G1 Piauí
Suspeita de desvio de mais de R$ 150 mil de clínica no Piauí é presa no Pará — Foto: Polícia Civil do Piauí

Um mulher identificada apenas pelas iniciais D.S.A foi presa na quinta-feira (20) em Belém (PA). Ela, que é ex-funcionária de uma clínica odontológica em Campo maior (PI), é investigada pela Polícia Civil do Piauí por supostamente ter desviado cerca de R$ 150 mil do estabelecimento e clientes.

De acordo com a Delegacia Seccional de Campo Maior, responsável pela investigação, os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão foram cumpridos no bairro Tapanã.

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A investigação apontou que a mulher trabalhava no setor administrativo e financeiro do estabelecimento e havia conquistado a confiança dos proprietários. De acordo com a Polícia Civil, a mulher teria se apropriado de valores pagos por clientes por cerca de dois anos.

"Valendo-se do acesso às rotinas financeiras da empresa, ela teria se apropriado, durante aproximadamente dois anos, de valores pagos por pacientes para a realização de tratamentos odontológicos prolongados e de maior custo, especialmente implantes dentários", detalhou a Polícia Civil.

A Polícia Civil explicou ainda que o prejuízo estimado em R$ 150 mil envolve os donos da clínica e mais de vinte clientes do estabelecimento.

Ainda segundo a investigação, a mulher teria adulterado documentos e informações financeiras para ocultar a destinação dos valores. A mulher teria deixado o Piauí em direção ao Pará, onde tem familiares, após acreditar que os desvios poderiam ser descobertos.

A suspeita havia levado para o Pará um aparelho celular funcional da clínica com conversas, registros e outras informações relevantes, segundo a Polícia Civil.

Eletrônicos foram apreendidos e serão submetidos à perícia. Segundo a polícia, novas vítimas podem surgir com a análise dos itens.