Polícia Operação
Grupo usava contas, PIX de terceiros e imóveis para tráfico no PI e MA
Investigação aponta divisão de funções entre integrantes; ação resultou em cinco detenções e apreensão de celulares, documentos e veículo.
27/08/2026 11h15
Por: Redação RI Fonte: G1 Piauí
Grupo investigado por tráfico de drogas e organização criminosa é alvo de operação com a PF no PI e MA. (Foto: montagem / Sthefany Prado)

O grupo alvo de uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), realizada no Piauí e no Maranhão nesta quinta-feira (27), usava contas bancárias e chaves PIX de terceiros, além de imóveis para armazenar e distribuir drogas e movimentar recursos ilícitos, segundo a investigação.

Cinco pessoas foram presas durante a ação que aconteceu em Teresina, Regeneração, no Centro-Norte do Piauí, e Timon, no Maranhão.

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As investigações apontaram que o grupo atuava de forma organizada no tráfico de drogas na Zona Norte de Teresina e mantinha atividades no interior do Piauí e no Maranhão.

Segundo a FICCO, os investigados tinham funções específicas dentro da organização. "Mediante divisão de tarefas relacionadas ao fornecimento, transporte e distribuição de entorpecentes e à gestão dos recursos ilícitos", informou em nota.

A operação teve como objetivo cumprir nove mandados de prisão e 11 de busca e apreensão expedidos pela Vara de Delitos de Organização Criminosa da Comarca de Teresina.

Segundo a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que deu apoio à operação, os mandados em Teresina foram cumpridos nos bairros Memorare e Mocambinho, na Zona Norte, e na região do Grande Dirceu, na Zona Sudeste da capital.

As cinco prisões ocorreram em Teresina e Regeneração. Já em Timon, um carro foi apreendido na casa de familiares de um dos investigados e levado para a sede da Polícia Federal, em Teresina. O suspeito procurado no município maranhense não foi encontrado.

Durante a operação, os agentes também apreenderam celulares, documentos, um carro e outros materiais.

Após a operação, os suspeitos foram levados ao Instituto de Medicina Legal (IML) e, em seguida, encaminhados à Central de Flagrantes.

Os investigados poderão responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico.