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Galisteu revela que já previu traição: 'Chifre é um mal necessário'

Na conversa, Galisteu falou, ainda, sobre fantasias sexuais

Por: Redação RI Fonte: Kogut
02/12/2020 às 08h54
Galisteu revela que já previu traição: 'Chifre é um mal necessário'
Adriane Galisteu (Foto: Reprodução/ YouTube)

A atriz e apresentadora Adriane Galisteu revelou que já sofreu traições na sua vida amorosa e que, inclusive, chegou a prever uma vez em que estava sendo traída por um namorado.

- Eu não vou dar nome aos bois, mas eu vivi uma inacreditável... (...) Por mais que a gente queira se enganar, a gente sabe quando a casa está caindo. E aí, eu tinha quase certeza de que naquela noite alguma coisa ia acontecer. Eu comecei a achar, não sei, me deu um estalo: “Hoje o fulano vai me trair”. Isso era dez horas da noite. Liguei para uma amiga e falei: “estou passando na sua casa, a gente vai dar um rolê” – afirmou Adriane numa conversa com a influenciadora digital Taty Ferreira no YouTube.

Ela contou, então, que ficou percorrendo a cidade de carro com a amiga tentando encontrar o namorado, até que certa hora desistiu e decidiu ir a uma padaria:

- Estou lá e entra uma menina alcoolizadíssima. Nunca vou me esquecer: ruiva, maquiagem borrada, com o vestido bem justo, saltão... E ela passou e foi pegar uma cerveja gelada (...) Quando ela pegou a cerveja e virou e me viu e viu a minha amiga, ela disse assim: “Galisteu, você precisa se valorizar...” (...) A anja me cagoetou aonde o fulano estava com uma amiga dela.... – disse Adriane, acrescentando que foi, então, até o local e flagrou a traição.

No papo, ela disse, ainda, que acha que a traição ajuda no amadurecimento pessoal:

- Eu falo que o chifre é um mal necessário. Se você não levou, vai levar. Se você já levou, você já entendeu que esse chifre te fez amadurecer, te fez entender um monte de coisas. E você convive bem com ele. Tudo bem. Tá tudo certo. No momento que você leva, ele é difícil de encarar. Mas, depois que você leva um, você já entendeu. Já carrega esse peso e já carrega esse chifrão na cabeça. E está tudo lindo.

A atriz, então, foi questionada se acredita que a monogamia vá acabar algum dia na sociedade:

- Pelo menos na minha geração não. Não sei na geração do Vittorio (seu filho, de 10 anos). Na minha geração não tem como acabar. A gente é de uma geração que é mais moderna do que a passada, sim, mas ainda tem um pouco dessa coisa da monogamia. Eu sou uma pessoa que jamais teria condições de viver um relacionamento aberto. Eu sei que eu não dou conta. Não é nem pela traição. É pela possibilidade de experimentar essa vida. Não acho que está errado. Gente bem perto de mim vive relacionamento aberto há muito tempo e está tudo bem, obrigada. E eu fico chocada como é leve, como pode ser leve, não dá treta... Mas, não é para mim – opinou.

Galisteu, então, contou que o filho também já tem interesses amorosos:

- O Vitttorio tem 10 anos, um neném, mas ele já tem a coisa do namoro, das meninas que ele gosta, das paqueras da escola... E ele fala, ele fala de ter filho, ele fala de casamento. Ele não fala de várias. Eu até pergunto para ele. Eu não pergunto muito porque eu não gosto de entrar neste assunto, porque eu não quero acelerar as coisas. Eu ainda prefiro brincar de carrinho. Mas, eu percebo que ele já tem uma coisa de já ter uma eleita, assim, esse grude...

Na conversa, ela falou, ainda, sobre fantasias sexuais:

- Eu não sou muito fantasiosa. Eu assumo que eu sou bem caretona mesmo. Não tenho muito tesão nessas coisas esquisitas, não. Meu buraco é bem mais raso, sabe... Bem na espuminha. E acho que já está ótimo para mim, mas, eu acho que quem tem, tem que dar vazão a essas fantasias... (...) Mas, aqui em casa é bem mais fraquinho.

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