
O trabalho de Rogério Ceni voltou a dividir opiniões entre torcedores e dirigentes do Flamengo. Na derrota por 2 a 1 para o Atlhetico, mais que o tropeço em si, as decisões táticas ao longo do jogo e as explicações em entrevista após a partida não convenceram o comando no clube.
Na alta cúpula, uma troca de comando para a próxima temporada é debatida e tratada como solução para a próxima temporada. Cartolas ligados ao presidente Rodolfo Landim defendem, inclusive, que já é hora de mapear o mercado em busca de um substituto - que chegaria após o Brasileiro.
Seja por crença ou teimosia, Ceni insiste em teorias que já se mostraram ineficientes. E isso incomoda. Sem Bruno Henrique, suspenso, ele optou por Vitinho em nome da recomposição defensiva. Com o camisa 11 em campo, no entanto, o que se viu foi um Fla sem pernas para marcar e sem poder para criar.
Apesar de o time carioca ter sido um deserto de imaginação na Arena da Baixada, Ceni manteve o jogador quase até o final, mas voltou a se recusar a escalar juntos Pedro e Gabigol, quando o jogo pediu, em muitos momentos, mais peso na área rival.