Política Investigação

CPI da Covid avança sobre ‘gabinete do ódio’

Senadores de oposição e independentes vão mirar estrutura de apoio ao governo nas redes sociais e falta de campanhas de conscientização sobre a doença

10/05/2021 09h06
Por: Redação Fonte: O Globo
Fabio Wajngarten, ex-titular da Secom, é peça-chave diante do plano da oposição de mirar, na CPI da Covid, a comunicação do governo federal Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Fabio Wajngarten, ex-titular da Secom, é peça-chave diante do plano da oposição de mirar, na CPI da Covid, a comunicação do governo federal Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O bloco que une senadores oposicionistas e independentes na CPI da Covid vai avançar sobre dois pontos ainda inexplorados na comissão: o papel do “gabinete do ódio”, estrutura de apoio ao Palácio do Planalto nas redes sociais, na difusão de notícias falsas sobre a pandemia; e o impacto da falta de uma campanha clara de conscientização sobre os riscos do coronavírus no agravamento da doença no Brasil — até a noite de ontem, eram 422.418 mortes e mais de 15 milhões de casos. 

O depoimento de Fabio Wajngarten, ex-titular da Secretaria de Comunicação Social (Secom) de Jair Bolsonaro, na quarta-feira, é considerado central pelos parlamentares para investigar ambas as frentes.

 

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