
A jovem Mariana Lopes, estudante e modelo que ficou com um buraco no rosto após ser agredida na madrugada de domingo (14), precisou voltar para seu condomínio, local onde aconteceu o crime. Ela denunciou o síndico pela agressão. Ela relatou sentir muito medo de ficar em casa.
Mariana denunciou à polícia o síndico do condomínio pela agressão que lhe gerou o grave ferimento. Ela levou um soco no rosto, e o golpe causou uma perfuração de 3 cm na face esquerda da jovem. O o suspeito não foi encontrado para se manifestar sobre o caso.
"Eu estou sentindo muito medo. Eu sinto medo de sair do apartamento. Não sei como vamos desenrolar isso, se a gente vai ter que sair daqui. Porque se ele não sair, eu não consigo ficar", disse Mariana.
Mariana sofreu o corte no rosto e precisou passar por sutura. Com a agressão, um dos dentes da jovem foi quebrado. Ela contou que sente ainda dores de cabeça, nos dentes e na mandíbula, além de muita dificuldade para falar e se alimentar.
Por não ter a casa de um familiar em Teresina onde possa ficar, Mariana e o noivo voltaram para seu apartamento. Apesar do apoio que tem recebido da Polícia e dos vizinhos, ela contou que ainda sente medo.
"Ele não apareceu mais, e o delegado entrou em contato com a gente, estão dando todo o suporte. Mas é muito difícil. Eu não saí de casa depois que entrei, e tenho medo de ficar sozinha", disse.
Agressão
A agressão aconteceu por volta de 4h de domingo (14). Mariana contou que ela e o noivo foram até o apartamento do síndico para relatar que estava sentindo um cheiro muito forte de gás nos corredores do seu andar.
Mariana e o síndico não se conheciam. O episódio foi a primeira vez que os dois se falaram. O homem teria ficado irritado por ser acordado àquela hora. Mariana então insistiu para que ele fizesse algo.
"Tudo foi muito rápido, 2 minutos entre ele abrir e fechar a porta. Ele foi muito grosseiro comigo, e por ser questionado, ficou com mais raiva. Aí ele me xingou e me deu um soco no rosto. Eu fiquei em choque, parada na porta".
Depois disso, Mariana buscou socorro num hospital particular de Teresina, e denunciou o caso à Polícia Civil.

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