
A Advocacia-Geral da União pediu ontem ao STF para não enviar o vídeo em que Sergio Moro diz ter sofrido uma ameaça de Jair Bolsonaro, que teria dito que o demitiria caso ele não entregasse a superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro a ele.
Paulo Guedes e Pedro Guimarães, presidente da Caixa, também estavam na reunião, embora Moro só tenha citado Augusto Heleno, Luiz Eduardo Ramos e Walter Braga Netto em seu depoimento.
Uma foto publicada pela Presidência da República no Flickr do Planalto mostra, entretanto, que a quantidade de presentes na reunião é bem maior. 36 pessoas.
Além do cinegrafista, como observou a colunista Bela Megale, estavam o vice-presidente Hamilton Mourão, Ernesto Araújo, Tarcísio Freitas, Abraham Weintraub, Nelson Teich, Ricardo Salles, Rogério Marinho, Luiz Eduardo Ramos, Damares Alves, Fernando Azevedo e Silva, Paulo Guedes, Tereza Cristina, Onyx Lorenzoni, Augusto Heleno, Jorge Oliveira, Bento Albuquerque, Marcos Pontes, Marcelo Álvaro Antônio, Wagner Rosário, Roberto Campos Netto
Gustavo Montezano, presidente do BNDES, e Rubem Novaes, do Banco do Brasil, também.
Há ainda ajudantes de ordens, duas assessoras de imprensa, o cinegrafista e o autor da foto, Marcos Corrêa.
Por que todas essas pessoas devem ter acesso a assuntos de Estado e não o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o ministro Celso de Mello, decano do STF?
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