
Encurralado! Essa é a melhor definição a ser dada ao senador Flávio Bolsonaro. O mais moderado dentre os filhos do presidente Jair Bolsonaro, tem seu nome ligado a um verdadeiro mar de corrupção.
O senador segue negando as acusações, porém, são tantas evidências, que passa a ser incontestável a existência de uma organização criminosa, criada quando o senador ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Segundo as investigações, o grupo criminoso, criado para lesar cofres públicos e com atuação ampla na prática de crimes, era comandado por Fabrício Queiroz, homem de confiança do presidente Jair Bolsonaro, inclusive, foi Bolsonaro que indicou Queiroz ao senador Flávio.
Acuado pelas as incursões do Ministério Público contra as ações criminosas grupo, Flávio Bolsonaro tem recorrido a todos os meios para tentar sair do 'atoleiro' no qual se encontra, inclusive subiu a rampa do Planalto para fala com o pai, Jair Bolsonaro.
Por lá, ao que tudo indica, pelo menos publicamente, o presidente resolveu lavar as mãos e jogar a batata assando no colo do próprio filho, sob pena de todos terem que descer aquela famosa rampa do Planalto de forma coercitiva.
Flávio tenta outra frente para sua salvação. Em ação judicial, busca barrar as investigações via STF, órgão atacado diariamente pelos seguidores dos bolsonaros, por ser suposto refúgio para bandidos, é por lá, que o 01 dos bolsonaros tenta encontrar guarita. Será que terá o apoio irrestrito dos 'combatentes da corrupção'?
Indagado sobre o caso, Jair Bolsonaro, diferentemente de ocasião anterior, em que defendeu o filho, dessa vez disse que responderia apenas por si, ou seja, a amplitude das investigações fez com que Bolsonaro recuasse da defesa irrestrita do filho, pois tal postura poderia atingir seu governo. Mas será mesmo que o governo sairá ileso desse lamaçal de corrupção que paira sobre o clã Bolsonaro? Teremos que aguardar os próximos capítulos pra sabermos.
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