
Encerrou o prazo de 48h dado pela Prefeitura de Teresina aos donos de empresas de ônibus para que eles aceitassem os pontos propostos para solução da crise no transporte público da capital. Por meio do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT), os empresários contestaram a proposta da gestão municipal.
Procurada, a prefeitura informou que ainda não recebeu o posicionamento do SETUT em relação à proposta. O poder público municipal pediu o cumprimento de sete exigências (a maioria já prevista no contrato de licitação firmado em 2015 entre a Prefeitura e as empresas de ônibus). Veja abaixo, ponto a ponto:

A assessora jurídica do SETUT, Naiara Moraes, lembrou, nesta segunda-feira (13), da proposta enviada pelo sindicato em julho, na qual os empresários citaram pontos que poderiam ser adotados para resolver o problema. Contudo, a prefeitura fez a contraproposta citada acima.
Os pontos sugeridos pelo SETUT em julho foram:
“A gente precisa reduzir custos, porque é muito caro manter toda essa estrutura de sistema funcionando. Exige custo de folha de pessoal, custo de combustível, de investimento. Muita coisa que os empresários precisam arcar”, destacou Naiara Moraes.
A assessora jurídica do SETUT afirmou que é preciso ainda incentivar que as pessoas voltem a utilizar o transporte coletivo, porque o aumento da demanda gera mais receita.